sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Night windows. edward hopper.

4 comentários:

  1. Afastam-se as impuras imagens do dia;
    Dorme a bêbeda soldadesca imperial;
    Vai-se o eco da noite, canção dos caminhantes nocturnos
    Depois do gongo da grande catedral;
    A cúpula de estrelas ou de lua iluminada desdenha
    Tudo quanto é o homem,
    Todas essas complexidades,
    A fúria e o lodo das veias humanas.

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  2. estou a ver que também se põe à janela à noite, Ovídio.

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